Como fazer uma Avaliação Antropométrica de Qualidade?
Resposta Direta: Como fazer com Qualidade?
Uma avaliação antropométrica de qualidade exige o domínio prático dos protocolos internacionais (como o ISAK). O avaliador deve localizar e marcar os pontos anatômicos com lápis dermográfico antes de pinçar a pele.
A técnica correta separa o corpo em tecido ósseo, muscular e adiposo usando dobras cutâneas, perímetros e diâmetros ósseos. Utilizar a métrica correta (Média para 2 medidas, ou Mediana para 3) minimiza o Erro Técnico de Medição (ETM) e garante precisão nas fórmulas preditivas de composição corporal.
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O domínio da anatomia de superfície e do adipômetro é a maior arma do nutricionista e do avaliador físico moderno.
Seja você um estudante quebrando a cabeça nas aulas práticas de Nutrição ou Educação Física, ou um profissional recém-formado buscando exatidão no consultório, a insegurança na hora de pegar o plicômetro (adipômetro) para uma avaliação antropométrica é real e justificável.
Entregar resultados aos pacientes exige muito mais do que pedir para eles subirem na balança. O corpo humano é um complexo ecossistema de fluidos, tecidos moles e estruturas ósseas. Neste guia definitivo, vamos desmembrar a ciência da cineantropometria, desde sua história até a aplicação exata das fórmulas de predição de gordura.
A História Oculta da Antropometria: Arte e Ciência
A história da Avaliação Antropométrica não começou em modernos laboratórios de fisiologia, mas sim com a colheita obstinada de elementos sobre as proporções do corpo humano realizada por artistas clássicos que aplicavam esses conhecimentos às suas obras imortais.
Desde o Antigo Egito, já havia o conhecimento de regras de proporções relacionando dimensões anatômicas com a estatura humana total.
O grande gênio renascentista Albrecht Dürer (nascido em 1471), na Alemanha, foi um verdadeiro pioneiro.
Fascinado pelos trabalhos de Vitrúvio e pelos corpos pintados por italianos, Dürer não acreditava que a arte fosse apenas "inspiração divina". Para ele, sem o conhecimento matemático e geométrico para guiar a avaliação física, a arte era apenas uma "mistura fortuita de imitação irrefletida".
Durante anos, Dürer dedicou-se a remediar isso. Em sua obra seminal de 1528, "Vier Bücher von Menschlicher Proportion" (Quatro Livros sobre as Proporções Humanas), ele revolucionou a área da avaliação física. Ele abandonou as medidas ideais padronizadas e procurou a verdadeira beleza avaliando a variabilidade humana.
Dürer realizou investigações físicas e antropométricas em cerca de 200 a 300 pessoas vivas. Ele mapeou corpos femininos e masculinos, descrevendo as dimensões exatas da cabeça, pé e mãos.
O que antes era apenas um guia para pintores tornou-se a semente da estereometria e do que viria a ser a avaliação antropométrica comparada que embasa o nosso trabalho clínico de hoje em dia.
Avaliação Física: Comparativo de Métodos
Para saber como conduzir uma ótima avaliação antropométrica da composição corporal no consultório, primeiro precisamos entender as vantagens e desvantagens de cada método de avaliação física disponível atualmente na literatura.
| Método | Vantagens (Prós) | Desvantagens (Contras) |
|---|---|---|
| Avaliação Antropométrica (Dobras) | Baixo custo de setup, portátil. Fraciona o corpo em massa óssea, muscular e adiposa. Imune à hidratação e alimentação aguda. | Exige rigoroso treinamento técnico do avaliador para diminuir o ETM na avaliação física. Inviável em casos de obesidade mórbida severa. |
| Bioimpedância (BIA) | Avaliação rápida (1 minuto), dispensa o contato invasivo físico (pinçamentos da avaliação antropométrica). Gera laudos impressos ou digitais instantâneos. | Extrema variabilidade (péssima precisão) se o paciente estiver desidratado, menstruado, cheio de fezes/urina ou com a pele úmida. |
| DEXA Scan | Padrão Ouro clínico (modelo multicompartimental). O único capaz de mapear a densidade mineral óssea real e separar a gordura visceral. | Altíssimo custo financeiro (Equipamento de Raio-X). Emite radiação. Impraticável para avaliação física em clubes e academias comerciais. |
| Pesagem Hidrostática | Excelente padrão acadêmico pioneiro. Calcula o volume corporal diretamente através da densidade da água (Princípio de Arquimedes). | Requer tanques imensos. O paciente deve afundar e exalar todo o ar dos pulmões. Risco de fobia e desconforto extremo durante a avaliação. |
A Regra de Ouro da Avaliação Antropométrica: "Só é bom quem marca"
Um dos maiores erros ensinados por hábito em algumas faculdades, e perpetuado por maus profissionais na rotina do consultório, é a tentativa de encontrar os pontos anatômicos no "olhômetro" ou na "base da pressa" durante a avaliação antropométrica.
O tecido adiposo é altamente móvel e a pele não possui um limite visual de onde termina o meio do osso ou o meio do ventre muscular.
O avaliador de excelência deve, obrigatoriamente, estar munido de um lápis dermográfico ou delineador.
A sequência correta exige palpar a estrutura óssea com firmeza (ex: o acrômio na escápula), usar uma fita metálica para avaliação física inelástica para aferir a distância exata até a articulação inferior (ex: o rádio no cotovelo) e, só então, desenhar um "X" preciso na pele.
Se você confia na sua visão e erra apenas 1 a 2 cm do ponto exato (por exemplo, no pliegue Tríceps ou Abdominal), a preensão pode capturar uma camada mais grossa de fáscia ou evitar o pico de tecido subcutâneo.
Isso altera severamente os milímetros lidos no adipômetro, falsificando não apenas aquela dobra, mas todo o percentual de gordura de pacientes femininas e masculinos nas reavaliações.
Estatística Básica: Média ou Mediana?
Mesmo sendo exímio na marcação, a variabilidade biológica do paciente e as oscilações do manuseio geram milhares de possibilidades de erro na avaliação física.
Na avaliação antropométrica clínica e acadêmica, o Erro Técnico de Medição (ETM) é a ferramenta matemática usada para comprovar se você é um avaliador Preciso (acerta perto sempre) e Exato (acerta no alvo).
O cálculo do ETM é o desvio-padrão entre as suas medidas repetidas. O ETM pode ser avaliado intra-avaliador (você medindo o mesmo paciente) ou interavaliador (você comparado com a precisão de outro profissional experiente).
Mas, na prática clínica diária, quantas vezes devemos aferir uma mesma dobra cutânea para fugir do erro sem ficar duas horas na consulta? A estatística fornece o roteiro:
- O Padrão Típico (Duplicata): O protocolo comum exige medir o paciente inteiro de cima a baixo uma vez, e depois fazer o percurso novamente, gerando 2 medidas por ponto anatômico na avaliação antropométrica. Como são dois números, você aplica a Média Aritmética entre eles.
- O Padrão Ideal (Triplicata): Usado em pesquisas rigorosas ou quando as duas primeiras medidas apresentam uma disparidade inaceitável. Você mede o mesmo ponto 3 vezes. Aqui, a estatística da avaliação física exige o uso da Mediana (o valor central da sequência). Por exemplo, se você encontrou [11mm, 12mm, 20mm], o 20mm foi um erro grave de preensão muscular. A média seria corrompida para 14,3mm, mas a Mediana joga fora os extremos e fica inteligentemente com 12mm.
O Arsenal de Medidas Corporais
Para abastecer as fórmulas preditivas da avaliação antropométrica e modelar o somatotipo exato do paciente, nós precisamos organizar a nossa rotina de marcações em 4 "famílias" de medidas anatômicas. Conheça as principais utilizadas no mapeamento do perfil restrito e completo:
1. Medidas Básicas (O Alicerce Estrutural)
Formam o mapa primário da estrutura na avaliação física. A Estatura Total é aferida num estadiômetro de parede com o avaliado inspirando fundo e travando a cabeça no Plano de Frankfort. Englobam ainda o Peso Total na balança, a Estatura Sentado (medida com um banco de altura conhecida) e a Envergadura Máxima dos braços.
2. Dobras Cutâneas (O Tecido Adiposo)
Afeição da espessura do tecido adiposo subcutâneo (gordura + pele) isolado da musculatura. Realizadas exclusivamente com plicômetros calibrados exercendo pressão padronizada durante a avaliação antropométrica. As principais são:
- Tríceps e Bíceps: Marcação no ponto médio entre o acrômio e o rádio.
- Subescapular: Oblíqua, abaixo do ângulo inferior da escápula.
- Crista Ilíaca e Supraespinal: Capturam os depósitos laterais de gordura abdominal acima do osso ilíaco.
- Abdominal: Vertical, a exatos 5 cm ao lado (direito) da cicatriz umbilical.
- Coxa Frontal e Panturrilha: Capturam os depósitos nos membros inferiores, fundamentais na mulher.
3. Perímetros Corporais (Os Volumes e Riscos)
Aferidos com fita metálica tencionada em técnica de mãos cruzadas para avaliar hipertrofia ou riscos centrais. As principais circunferências da avaliação antropométrica são:
- Braço Relaxado e Flexionado: Este último aferindo o pico de tensão do bíceps.
- Antebraço e Punho: Volumes apendiculares distais.
- Tórax (Peitoral): Marcado na altura da linha mesoesternal.
- Cintura e Quadril: Onde a cintura mede o menor perímetro e o quadril o maior relevo glúteo. Indicadores fortes de risco metabólico.
- Coxa e Panturrilha: Mensuram o volume total dos membros inferiores.
4. Diâmetros Ósseos (O Chassi Biológico)
Aferem a largura ou espessura entre proeminências ósseas usando um paquímetro de alumínio com hastes compressivas. Fundamentais no cálculo do modelo Tetracompartimental da avaliação antropométrica para isolar o esqueleto do músculo.
Os mais utilizados clinicamente são os diâmetros Biepicondiliano do Úmero (cotovelo) e Biepicondiliano do Fêmur (joelho), além das grandes envergaduras de tronco como o Biacromial e Bi-iliocrestídeo.
O Protocolo ISAK da Avaliação Física e Seus Níveis
O protocolo da International Society for the Advancement of Kinanthropometry (ISAK) é a linguagem unificada mundial da cineantropometria. Uma avaliação antropométrica tirada por um profissional Nível 1 no Rio de Janeiro usando essa padronização rígida de pontos será matematicamente idêntica à de um profissional na Austrália.
O foco do curso ISAK não está apenas em gerar um percentual de gordura no final, mas na precisão cirúrgica contínua da avaliação física.
A ISAK divide o domínio metodológico da avaliação antropométrica em hierarquias técnicas de excelência:
- Nível 1 (O Avaliador Técnico): É capacitado no "Perfil Restrito". O profissional domina com maestria as Medidas Básicas, 8 dobras cutâneas, 5 perímetros e 2 diâmetros ósseos na avaliação antropométrica. Possui um limite rigoroso de erro técnico de medida aceitável, não podendo o ETM passar de 7,5% para dobras cutâneas e 1,5% para as outras variáveis. O perfil ideal de atuação é em academias e clínicas de nutrição focadas em desporto.
- Nível 2 (O Antropometrista Especialista): Adiciona a todo o leque anterior um aprofundamento formidável da avaliação física. Realiza o Perfil Completo da avaliação física (um total de 43 medidas) e reduz seu teto de ETM para um limite muito apertado (máximo de 5% de tolerância de erro para as dobras cutâneas). Capacitado para pesquisa científica laboratorial rigorosa e controle de alto rendimento.
- Níveis 3 e 4: São os Curadores e Instrutores. Profissionais como Instrutores ISAK Nível 4 que são responsáveis não apenas por medirem na perfeição, mas por auditarem, treinarem e testarem a acurácia de profissionais mais jovens em avaliação antropométrica globalmente.
Aprenda: A Avaliação Antropométrica ISAK na Prática

As Fórmulas de Regressão: Escolhendo o Caminho
As dobras na avaliação física em si não nos dizem o percentual. Para transformar as medidas em "Porcentagem de Gordura", nós alimentamos os números da avaliação antropométrica em uma Equação de Regressão. A maioria dessas equações famosas foi criada na década de 70, baseando-se em amostras comparadas com o método da pesagem hidrostática.
É um erro letal avaliar um atleta olímpico de Ironman usando uma equação desenvolvida para mulheres obesas de 60 anos. Você deve escolher o protocolo da avaliação antropométrica que mais se aproxima do fenótipo do seu paciente no consultório.
1. Equação de Durnin & Womersley (1974)
Os pesquisadores escoceses testaram quase 500 indivíduos num amplo leque etário de 16 a 72 anos. Utiliza a força da equação logarítmica para uma densidade que se desvia ao decorrer do avanço natural da idade.
Usa as 4 dobras clássicas da metade superior na avaliação física (Bíceps, Tríceps, Subescapular e Supra-ilíaca). É ideal e muito confortável na avaliação antropométrica para mulheres, pois evita a medição invasiva de coxa frontal e o constrangimento do abdômen.
2. Equação de Faulkner (1968)
Uma das equações mais famosas e antigas no Brasil. Criada no ambiente dos esportes aquáticos, utiliza as dobras (Tríceps, Subescapular, Supraespinal e Abdominal) acrescida da famosa constante "fisiológica" de Faulkner (5,783) na avaliação física.
Embora seja extremamente utilizada, a literatura da avaliação antropométrica moderna recomenda precaução: as validações indicam que ela tende a superestimar percentuais altos, sendo sua aplicação mais focada num espectro de jovens masculinos desportistas entre 18 a 25 anos, com as quais Faulkner modelou o estudo na Universidade de Michigan.
3. Equações Generalizadas de Jackson & Pollock (1978)
Foram o maior salto tecnológico em avaliação antropométrica ao criarem fórmulas "generalizadas" em vez de "específicas" de nicho. Eles detectaram o problema de usar equações lineares na avaliação física para medir uma fisiologia que é "curvilínea" e que afeta a densidade óssea ao longo do tempo.
Incorporaram as variáveis preditivas como o componente "quadrático" do somatório de dobras e a "Idade" cronológica do sujeito nas fórmulas da avaliação antropométrica.
Criaram versões muito validadas usando somas densas de 7 Dobras e protocolos ágeis e excelentes de 3 Dobras (Peito, Abdômen e Coxa para homens; e Tríceps, Supra-ilíaca e Coxa para mulheres). São fantásticas para a avaliação física do público moderno das academias, com ETM super acurados.
O Mito das 7 Dobras: Por que excluir Peitoral e Axilar?
A grande dúvida de muitos avaliadores iniciantes na avaliação física é: "Se a fórmula de 7 dobras de Jackson & Pollock existe e parece mais completa, por que a maioria dos softwares de avaliação antropométrica foca na fórmula de 3 ou 4 dobras, excluindo o Peitoral e a Axilar Média?"
A resposta da avaliação antropométrica está na redundância estatística e no constrangimento clínico da avaliação física.
Estudos clássicos conduzidos por Pollock, Jackson e colaboradores demonstraram que as dobras cutâneas do nosso corpo são altamente correlacionadas entre si — ou seja, elas tendem a medir exatamente o mesmo "fator" de gordura subcutânea.
Quando os pesquisadores aplicaram a análise de regressão múltipla, descobriram que adicionar a dobra Peitoral e a Axilar Média na equação da avaliação antropométrica (formando 7 dobras) aumentava muito pouco a precisão real da estimativa da densidade corporal em relação a usar apenas 3 ou 4 dobras bem distribuídas.
A própria equipe recomendou oficialmente na avaliação física o uso de equações simplificadas, afirmando que este modelo é estatisticamente robusto, possui índices de erro idênticos às equações mais complexas e é imensamente mais prático para a avaliação antropométrica em massa no consultório.
Na prática, excluir o Peitoral e a Axilar Média poupa tempo e evita o constrangimento das pacientes na avaliação física sem perder um grama de validade científica.
Entregando Resultados Clínicos e Desportivos na Avaliação Física
Quando o paciente retorna para a reavaliação física de 45 dias, você precisa chancelar sua competência na avaliação antropométrica revelando a matemática fina do que ocorreu debaixo da pele dele. O pior erro comercial do nutricionista é imprimir um papel genérico dizendo apenas: "Seu peso baixou de 80kg para 78kg e a gordura caiu 2%".
O seu trabalho com o plicômetro fornece um arsenal inteiro de índices da avaliação antropométrica. Veja como entregar resultados de elite:
A Matemática Fracionada da Composição Básica da Avaliação Antropométrica
Esta é a fundação da avaliação física que combate a balança ordinária. Utilizando as equações que selecionamos na avaliação antropométrica e o valor do adipômetro, você deverá informar ao atleta não só o Percentual de Gordura (%G) e o IMC tradicional (que mascara os hipertróficos), mas fatiar os quilos absolutos.
O paciente verá a coluna da Massa Gorda (peso isolado e inativo do tecido adiposo) caindo na avaliação física, enquanto a coluna da Massa Magra (estrutura muscular, esquelética, líquidos e órgãos) deve subir ou se preservar agressivamente perante a taxa metabólica basal e o déficit dietético.
Avisos e Relações de Distribuição Central na Avaliação Física
Para diagnosticar pacientes na avaliação antropométrica com risco inflamatório forte, cruze as circunferências em índices vitais da avaliação física. Informe a ele a métrica da Relação Cintura Quadril (RCQ) (riscos andrógenos cardíacos), a razão preventiva de Cintura/Estatura e não poupe de demonstrar o apVAT.
O apVAT é a revolução da avaliação antropométrica que, usando fórmulas matemáticas da cintura e da coxa cruzadas em inteligência acadêmica e chancelada via CT scans, quantifica numericamente o tecido adiposo visceral (a letal gordura perivisceral) que destrói o fígado e inibe os receptores de insulina do obeso sarcopênico na avaliação física.
Isso traz o apelo cardiovascular de prevenção imediata para sua conduta de avaliação antropométrica.
Os Marcadores Puros da Avaliação Antropométrica: O Somatório das Dobras
Fórmulas de "%G" da avaliação física envelhecem. O peso esconde água retida de estresse inflamatório agudo. Para o atleta de treinos de endurance ou lutador fazendo corte extremo de peso, não falamos a linguagem incerta da percentagem na avaliação antropométrica, mas sim a métrica brutal absoluta do plicômetro.
Embasados nos estudos de experts com campeões ou nas normas ISAK, apresente ao seu paciente na avaliação física se a "capa" diminuiu, demonstrando a redução total nos eixos do Somatório de 6 Dobras Cutâneas da avaliação antropométrica (Tríceps, Subescapular, Supraespinal, Abdominal, Coxa e Panturrilha) e no exaustivo Somatório de 8 Dobras para detalhar o acúmulo genético exato da pele na avaliação física.
O tecido afina perante os adipômetros ou seu plano nutricional e dieta de avaliação antropométrica é um fracasso no camp.
Perímetros Corrigidos de Pura Massa Músculo Esquelética na Avaliação Física
A pergunta mortífera da avaliação física no consultório esportivo: "Doutor, minha fita de braço aumentou de 38 cm para 40 cm na avaliação antropométrica. Foi pura hipertrofia do meu bíceps?". O nutricionista moderno usa as leis do fracionamento da avaliação física! Apresente o laudo das Circunferências Corrigidas pela Adiposidade.
Retirando algebricamente usando o "PI" matemático do perímetro sujo na avaliação antropométrica, extirpamos o pneu adiposo circunferencial revelando o cilindro puro real e proteico do músculo esquelético, desmascarando a ilusão de ganho na balança frente a hipertrofia de qualidade.
O paciente visualiza em milímetros as reais seções transversais musculares ativas desenvolvidas na avaliação física.
Adicionalmente, classifique e apresente se ele é um trator ou um lince usando o Somatotipo de Heath-Carter na avaliação antropométrica.
O software calcula as cargas da endomorfia, mesomorfia (robusteza muscular) e ectomorfia (linearidade frágil) da avaliação física apontando visualmente na Somatocarta se a genética endócrina é ideal para seu alvo atlético na avaliação antropométrica.
Para completar, o uso magistral de diâmetros ósseos alimentam o IMO (Índice Músculo Ósseo) informando se sua mecânica esquelética alcançou o pico de transporte de lastro muscular possível e se o IAM (Índice Adiposo Muscular) exibe uma melhora esteticamente agradável do volume metabólico magro da avaliação física em detrimento do lastro adiposo estático da avaliação antropométrica.
Simulador: Calculadora e Gráfico de Somatotipo da Avaliação Física
Você já sabe o seu somatotipo da avaliação antropométrica ou o do seu paciente? Insira os três componentes da avaliação física abaixo para visualizar o biotipo exato ser gerado matematicamente no plano cartesiano da Somatocarta!
Entendendo a Somatocarta na Avaliação Física
O método criado por Heath & Carter no final dos anos 60 revolucionou a educação física escolar e a avaliação antropométrica desportiva. Trata-se da avaliação do Somatotipo na avaliação física.
Ele usa as dobras cutâneas, circunferências de braço e perna e a largura óssea de fêmur e úmero para "plotar" o paciente da avaliação antropométrica em um mapa (A Somatocarta).
O somatotipo da avaliação física dita que existem três tendências embrionárias e genéticas predominantes no corpo humano:
- Endomorfia (Relativa Adiposidade): O perfil da avaliação antropométrica que engorda com extrema facilidade, ossos largos, rosto redondo, mas que perde peso devagar. Necessita de dieta com déficit restrito e treino cardio intenso na avaliação física.
- Mesomorfia (Relativa Robustez Muscular): O "agraciado genético" da avaliação antropométrica. Tem facilidade de ganho de massa, ossos de alavancagem média, ombros largos e cintura fina na avaliação física.
- Ectomorfia (Relativa Magreza Ocular): Alta taxa metabólica basal na avaliação antropométrica, membros muito compridos, dificuldade absurda para ganhar peso (tanto gordo quanto magro) na avaliação física. É o atleta nato para corridas de fundo e salto em altura.

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Você já aprendeu a parte teórica da avaliação antropométrica. Agora, na hora, seu tempo é valioso demais para você ficar 20 minutos na frente do paciente apertando teclas da calculadora e digitando fórmulas logarítmicas de regressão manualmente.
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Na era da tecnologia de ponta e das bioimpedâncias que emitem recibos coloridos da antropometria em poucos segundos, a arte mecânica da avaliação antropométrica clássica não morreu; ela se destaca como uma ferramenta "raiz" de veracidade biológica inegável na avaliação física.
Um bom avaliador físico e nutricionista que se apoia nos rígidos protocolos da ISAK da avaliação antropométrica detém a habilidade tátil de soltar as fáscias musculares da gordura na avaliação, marca seus pontos criteriosamente da avaliação antropométrica e, finalmente, converte esses dados brutos em uma ferramenta de automação (como as modernas Planilhas Clínicas em VBA), jamais será substituído pelo "apertar de botão" de uma balança na avaliação antropométrica.
O paciente percebe o cuidado palpável da avaliação física e, fisiologicamente, os dados da avaliação antropométrica estarão incólumes contra as flutuações hormonais e dietéticas que arruinariam outras modalidades de imagem.
Domine as equações corretas da avaliação física, confie no peso exato do Somatório da avaliação antropométrica e eleve a excelência da entrega no seu consultório de avaliação física!
Perguntas Frequentes de Avaliação Física (FAQ)
A avaliação antropométrica mede o corpo fisicamente através de dobras, ossos e perímetros, sendo imune a oscilações diárias. A bioimpedância usa uma corrente elétrica para estimar a água corporal, sendo fortemente alterada se o paciente estiver desidratado, menstruado, ou de bexiga cheia.
O ETM é um cálculo estatístico (desvio-padrão entre medidas repetidas) que afere a precisão do avaliador na antropometria (intra-avaliador) ou a exatidão entre vários avaliadores (inter-avaliador). A ISAK exige que o ETM para dobras cutâneas seja inferior a 5% (ou 7,5% para iniciantes).
A somatocarta é um gráfico bidimensional que classifica o paciente em Endomorfo (tendência a acumular gordura), Mesomorfo (robustez muscular) e Ectomorfo (linearidade e magreza), ajudando a alinhar expectativas de resultados genéticos baseados na estrutura óssea e muscular.
A regra oficial estatística para diminuir o ETM diz que: se você realizar duas aferições no mesmo ponto anatômico, deve usar a Média Aritmética. Caso haja uma discrepância e você precise realizar uma terceira medida de controle, você deve usar a Mediana (o valor central).
Referências Acadêmicas e Fontes da Avaliação Antropométrica
- ISAK - International Society for the Advancement of Kinanthropometry. (Padrões de Medição em Perfil Restrito na avaliação física).
- DURNIN, J.V.G.A., & WOMERSLEY, J. (1974). Body fat assessed from total body density and its estimation from skinfold thickness: measurements on 481 men and women aged from 16 to 72 years na avaliação antropométrica. British Journal of Nutrition.
- JACKSON, A.S., & POLLOCK, M.L. (1978). Generalized equations for predicting body density of men na avaliação física. British Journal of Nutrition.
- CARTER, J.E.L. (1970). The Somatotypes of Athletes - A Review na avaliação antropométrica. Human Biology.



